Protesto na <em>Opel</em>
Determinados a defenderem os seus direitos e interesses, e indignados com as propostas da General Motors e com a forma como estas foram dadas a conhecer, os trabalhadores da fábrica da Opel, na Azambuja, decidiram no dia 6, quarta-feira, paralisar a produção desde o turno das 6 horas e bloquear as entradas da unidade industrial, cujo fecho a multinacional anunciou para Dezembro.
A luta, desencadeada espontaneamente, prolongou-se até meio da tarde de quinta-feira, dia 7. No dia 5, na Alemanha, a administração da GM Europe reuniu com representantes dos trabalhadores de todo o continente, unidos na luta contra os despedimentos em Portugal, mas não entregou qualquer documento com as suas propostas (que foram ali rejeitadas). No dia seguinte, na fábrica da Azambuja, a administração pôs a circular um escrito com condições inaceitáveis de rescisão de contratos.
Desde dia 8 têm decorrido negociações entre a GM Portugal e os representantes dos trabalhadores.
A luta, desencadeada espontaneamente, prolongou-se até meio da tarde de quinta-feira, dia 7. No dia 5, na Alemanha, a administração da GM Europe reuniu com representantes dos trabalhadores de todo o continente, unidos na luta contra os despedimentos em Portugal, mas não entregou qualquer documento com as suas propostas (que foram ali rejeitadas). No dia seguinte, na fábrica da Azambuja, a administração pôs a circular um escrito com condições inaceitáveis de rescisão de contratos.
Desde dia 8 têm decorrido negociações entre a GM Portugal e os representantes dos trabalhadores.